Saiba se o uso dos computadores ajuda os alunos na escola!

Os alunos que forem solicitados a escrever seu próprio texto, com base em pesquisas de computador, simplesmente copiarão os dados da fonte para seus documentos. Outros escrevem seus textos com idéias que eles obviamente não dominam.

Os professores que usam computadores geralmente estão satisfeitos com as maneiras pelas quais o uso da tecnologia melhora a autoestima, o interesse na escola e a motivação dos alunos. Alguns relatam que os pais se orgulham de ver o trabalho que seus filhos fizeram com o computador e que seu uso ajuda a aumentar seu envolvimento.

Outros relatam que a freqüência escolar melhora nos dias em que as sessões de sala de informática são agendadas, e muitos relatam que os alunos têm orgulho de saber como usar um computador.

Benefícios da computação para os professores

Alguns professores acreditam que os benefícios da auto-estima justificam o lugar das atividades de computação no horário escolar e a maioria deles está pronta para usá-los como recompensa pelo esforço feito em outras áreas.

Computadores nas Escolas

No entanto, em geral, a maioria dos usos de computadores não contribui muito para a realização dos objetivos gerais da escola. Muitos professores estão bem conscientes disso e seus esforços para usar computadores nas formas que consideram mais apropriadas não apenas ilustram suas limitações em termos de tempo e recursos, mas também seu conhecimento de abordagens alternativas de ensino. .

TI nas favelas

A porcentagem de acesso a computadores é maior nas favelas do que em várias cidades do norte e nordeste do país. O acesso a computadores nas favelas do Rio de Janeiro está próximo da média nacional, mas 30% menor que a média estadual.

TI nas favelas

Na cidade do Rio de Janeiro, há 2,6 vezes mais computadores per capita do que nas favelas (seis vezes mais em bairros residenciais). 9% dos moradores da favela da cidade tem um computador. Isto é particularmente notável no caso da comparação entre a população pobre das regiões norte e nordeste e as populações abastadas das regiões do sul.

Mas possuir um computador também está associado a algo mais intangível: ele reforça a ideia de que as habilidades com computadores são um benefício real e podem ser a chave para conseguir um emprego e ter êxito na educação.

O sistema informatizado das escolas é muito produtivo

Em outras palavras, à medida que o sistema produtivo se torna informatizado, a idéia de que é importante dominar essas ferramentas penetrou rapidamente nos vários setores sociais: saber usar um computador tornou-se um pré-requisito para para ser contratado e para obter nos estudos.

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Embora o uso de computadores esteja obviamente correlacionado com renda e nível educacional, ele também está associado a tendências culturais mais amplas em relação à penetração de computadores no ambiente social e econômico.

De fato, na pesquisa e nos grupos focais, a única questão de consenso, independentemente do nível educacional, grupo étnico ou gênero, é a crença, para quase todos os entrevistados, de que ter conhecimentos de informática é um trunfo para encontrar um emprego.

Exclusão digital

A exclusão digital por gênero, etnia e idade também é reproduzida entre os setores mais pobres da população e em diferentes favelas. Referir-se a “comunidades pobres” poderia ter sugerido a existência de um grupo homogêneo, quando na realidade existem diferenças significativas dentro e entre essas comunidades pobres.

Uma explicação plausível para a superioridade do número de usuários de computadores no número de domicílios com computadores pode ser que muitos membros da família usem cada computador. No entanto, essa explicação não cobre toda a diferença, já que apenas 27,6% dos entrevistados afirmam que o principal local de uso do computador é sua casa.

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Esse maior número de usuários é essencialmente uma consequência do fato de que o local de trabalho é o primeiro local de uso do computador para os habitantes das favelas, depois vêm as casas de amigos e conhecidos. O foco pessoal é apenas o terceiro lugar de uso.

Nas favelas, telecentros (como as Estações Futuras), onde existem, atendidos por uma ONG local chamada Viva Rio, são o segundo lugar mais popular para acesso a computadores, para quase 30% dos entrevistados.