Aprenda como funciona a política educacional brasileira!

De acordo com a Constituição do Brasil (1988), toda a administração brasileira – Governo Nacional, Federação e Municípios – é responsável no campo da educação. Cada nível é responsável por manter as instituições educacionais e financiar o sistema educacional. A Constituição afirma que o orçamento deve representar 25% e 18% da receita fiscal estadual ao nível das corujas federais na formação de municípios.

Governo nacional e organizações para o sistema de educação superior e profissional. Estado Juntamente com os responsáveis ​​pelo sistema escolar dos municípios, DH Elementary e Intermediate, Municípios além daqueles morrem para jardins de infância e pré-escolas. Escolas e faculdades privadas no Brasil cobrem uma necessidade abrangente de educação.

As principais características do sistema educacional são definidas a nível nacional. A determinar pelo Ministério da Educação (MEC) Um Plano Nacional de Educação (PNE) dentro do quadro e objetivos da política educacional por um período de dez anos. O MEC é responsável por revisar e manter os planos de aprendizagem em todo o país com o Conselho Federal de Educação (CNE).

Política educacional brasileira

Como resultado, a política educacional brasileira no ano passado teria reduzido significativamente as taxas de analfabetismo do país e tem uma média de 9%. Entende-se que as diferenças regionais regionais, que se refletem no nível educacional geral. Assim, a taxa de analfabetismo no norte do país é de aproximadamente 17%, muito acima da média nacional.

Política educacional brasileira

Com o programa especial foi alcançado que quase todas as crianças entre 7 e 14 anos para a escola contra. O sistema de ensino superior tem sido consideravelmente expandido. O número de campi de universidades nacionais mais do que duplicou nos últimos dez anos.

As crianças com idades compreendidas entre as 6 e as 14 são obrigadas a frequentar a escola. As crianças brasileiras em idade escolar têm direito constitucional à educação primária gratuita.

Educação

A educação primária (ensino fundamental) e o ensino secundário (ensino médio) são coordenados pelos ministérios estaduais ou pelas autoridades municipais relevantes. Isto aplica-se a escolas privadas e públicas.

Em 2012, havia mais de 32 mil escolas com mais de 4,8 milhões de alunos. O número de escolas deve ser aumentado para 45,000. Além disso, as escolas de todos os dias devem ser introduzidas no nível secundário. Atualmente, o dia escolar médio no Brasil é de apenas 4,5 horas (para comparação: nos países industrializados, o dia escolar médio é de até 8 horas).

A qualidade da educação no Brasil é baixa. O Brasil está entre os retardatários em estudos comparativos sobre o status educacional dos estudantes (OCDE 2007: 52º lugar de 57, PISA 2012: 54º lugar de 64).

Ensino superior

Em 2012, o número de instituições de ensino superior no Brasil excedeu 2.300. A maioria das instalações são privadas e se enquadram na categoria “Faculdades”. Essas instituições oferecem apenas alguns assuntos e a qualidade do ensino não atende aos padrões universitários alemães.

SBC

Além do ensino, nenhuma pesquisa significativa ocorre. Por outro lado, a qualidade do ensino (e pesquisa) nas 112 universidades públicas federais, estaduais e locais é muito boa. A maioria das pesquisas no Brasil ocorre nessas universidades.

O número de alunos nas universidades brasileiras aumentou de forma constante ao longo da última década. Em particular, o número de alunos em instituições privadas cobradas (cerca de 88% do sistema de ensino superior) mais do que duplicou. Dos aproximadamente 6,4 milhões de estudantes universitários brasileiros em 2012, cerca de 75% estudaram em instituições privadas.

No entanto, os programas governamentais também estão ampliando as universidades públicas. O número de campi de universidades nacionais, inclusive aquelas no interior, mais do que duplicou de 2003 a 2013 para 360. As novas instituições educacionais e a extensão da oferta de estudo permitirão que um grau de 33% dos jovens de 18 a 24 anos estudem na universidade até 2020.

As universidades públicas gozam de autonomia científica didática e financeira e recebem seus fundos, dependendo do nível administrativo, para diferentes partes do apoio estatal nacional. As universidades privadas devem ser reconhecidas pelo Ministério da Educação e têm acesso limitado a fundos públicos.

Desde 2000, tem havido cursos de ensino à distância no Brasil que desempenham um papel cada vez mais importante no ensino superior. Cerca de 4% dos programas nas universidades são oferecidos como cursos de ensino a distância e utilizados por cerca de 1 milhão de alunos.

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